Avatar, Uma Obra de Arte tridimensional

Estava ansiosa por ir ver ao cinema o famoso mais recente filme em 3D, de James Cameron de que tanto se ouve falar. Tinha ouvido muitas criticas sobre o filme mas quando o presenciei numa sala de cinema ontem á noite fiquei totalmente de boca aberta. Após o grande sucesso que foi Titanic todos estavam espectantes com o regresso de James Cameron ao cinema, o resultado esta á vista, apostou numa linhagem diferente de realização mas na minha opinião muito bem construida, e com uma banda sonora, como não podia deixar de ser, simplesmente fantástica!

O filme Avatar custou nada mais nada menos que 300 milhões de dolares, fora os custos de publicidade que subiram ainda mais a parada. Cameron demorou anos na preparação desta obra, tendo inclusive decidido esperar pela tecnologia certa que permitisse a criação de tão complexo trabalho. O momento chegou, e Cameron é Cameron.

O que James Cameron tem de especial, é que este senhor consegue realmente ter sucesso na entrega do produto a todos os níveis. Avatar é poderoso, deslumbrante, e visualmente revolucionário!

SINOPSE:

A história tem início quando nos deparamos com o estado do planeta Terra em 2154. Problema? A Terra está a morrer. Para que os humanos sobrevivam precisamos recorrer a um mineral muito específico chamado ‘Unobtainium’. Este material existe apenas na lua de Pandora, e os humanos tentam tomá-lo à força, abusando dos indígenas que lá habitam, os Na’Vi. Facto? Os humanos são maus nesta história. temos um ex-fuzileiro incapacitado fisicamente cuja utilidade militar é nula. Jake Sully (Sam Worthington) cumprirá então a missão de substituir o seu irmão, na ocupação do seu Avatar. Avatar é a denominação de um corpo criado em laboratório, através de uma mistura de ADN humano e Na’Vi. Através do Avatar, Sully tem a capacidade de poder ser fisicamente activo, uma vez que o seu corpo humano não lhe permite mobilidade nas pernas. É precisamente neste ponto da história que somos introduzidos na problemática da personagem, e o que dá inicio ao desenvolvimento do filme. 

A partir deste momento mergulhamos no mundo de Pandora. Um universo colorido e belo, que nos remete para algumas das noções que temos de paraíso. Lá encontramos as mais variadas e bizarras espécies de animais e plantas, assim como o tal povo Na’Vi. Azuis, de olhos amarelados e enormes, os Na’Vi são um povo ligado essencialmente à natureza. No entanto, a iminente ameaça dos humanos em relação ao seu território, torna-os hostis e protectores. Os humanos divididos entre o departamento biológico e científico, e entre o departamento corporativo e militar, têm intenções diferentes para com Pandora, levando a que Sully seja sujeito a uma proposta irrecusável.

Dizia-se que Avatar seria algo nunca antes visto. Concordo plenamente. Visualmente estamos perante uma obra de arte tridimensional, perfeita em todos os sentidos. É uma experiência em que deixamos de estar presentes numa sala de cinema, e passamos a estar do outro lado da tela. Acreditem, Avatar é uma ‘trip’ de ácidos saudável e monetariamente bem mais em conta.

Fica aí uma pequena amostra deste grande filme.

 

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